9 de jul de 2008

Gênesis

Bom dia remelentos e remelentas de todo o meu Brasil veronil. Primeiramente gostaria de agradecer por vocês terem separado um pouco do seu improdutivo tempo de vadiagem malemolente ( obrigado Jacaré Banguela ) para ler o nosso blog, que se inicia neste momento.

Nesse primeiro post vou falar sobre como o blog começou, seus criadores e principais objetivos do mesmo.

É normal não entender absolutamente nada do nome, pois nem todos tem o nível cultural comparável ao destes exemplares espécimes de Homo Sapiens que vos falam.


Do irracional ao...gordinho.


Escolhemos o nome de Abutre e Costela por causa dos nomes de Abbott e Costello, a dupla cômica que se compunha por um gordinho e um magrinho, bem como são os criadores deste blog. Já que gostamos de ler bons blogs como, Sedentário e Hiperativo, Chongas, Haznos e Jacaré Banguela entre outros, resolvemos montar o Abutre e Costela para partilhar com vocês um pouco de diversão, mulher pelada, cultura inútil e muita bobeira sem relevância para a sociedade.


Eu, Heitor Amaral sou um gordinho gente boa de 19 anos que adora jogar Counter Strike e Dota, comer porcaria e ver TV, mas que também gosta de ler artigos na Wikipedia e estudar sobre cultura japonesa. Nasci em Belo Horizonte que é onde resido atualmente e curso o 4º período da faculdade de Sistemas de Informação. Eventualmente sou totalmente Joselito por não medir a força nem as palavras. Na verdade, quase um sex symbol!


E eu Arthur Reis sou o magrelo de 20 anos criado a base de vídeo game e desenho animado. Resultado: tornei-me um viciado em jogos, animes, ou seja, não mudei nada, mas tenho bom gosto pra musica e vadiagem. Tento usar a internet a meu favor e estou disposto a compartilhar meus anos de aprendizagem de culturas inúteis com os remelentos. Apesar de “malemolemente” vadio sou formado em eletrônica no CEFET, e trabalho com equipamentos médicos.


Nós, somos adeptos ao culto do deus Bacon, bem como o Deus Doritos e a Deusa Cerveja. Participamos efetivamente da guerra entre os reinos de Nintendópolis e Sonylândia. Dois viciados em videogame, cerveja e mulher bonita, mas que escrevem bem e tem bastante criatividade para ser compartilhada.





Ave comida gordurosa! Rezemos pela coxinha!


Somos amigos há aproximadamente 6 anos, e já passamos por umas e outras juntos, mas isto é assunto para um outro post.




Quase como Debi e Lóide!


O blog vai se destinar principalmente á cultura inútil e à diversão sem compromisso. Iremos criar posts de melhor imagem, vídeos engraçados, interessantes e quem sabe emocionantes ( Sim! Os remelentos também se emocionam! ). Provavelmente irá haver também espaço como o do Jacaré Banguela onde as pessoas enviam as suas fotos fazendo o símbolo do blog, mas ainda temos que bolar o nosso símbolo. Estamos com um projeto de criar alguns concursos de montagem no Photoshop, dança, canto e qualquer coisa ridícula que alguém queria fazer e colocar no Abutre e Costela.


Então é isto meus queridos remelentos, espero que tenham gostado deste primeiro post e gostaria de dizer que muitos outros virão por aí.Agora volte ao trabalho seu vagabundo!


Vai tomá no cu!



9 comentários:

Arthur disse...

Falou tudo

Debora [debão] disse...

kkkk meus remelentos, arrasaram!!

Gabi disse...

HUAUHAUHAUHAUHA
nao tenho saude cara

Josemar disse...

Eitha =)
Povo doido =)
Olha eu aki dando um alô ^^

Anônimo disse...

Malditos vestibulares - 08/09/2009

Êta época difícil essa em que a gente faz cursinho. Cheguei numa daquelas fases da vida em que a gente começa a pensar se virar hippie é uma escolha tão ruim como dizem nossos pais.
Estou trabalhando no período diurno, estudando no noturno, e dormindo mal o dia inteiro.
Pra mim sono quer dizer “cochiladas”. Ah, e que cochiladas. São exatamente essas cochiladas, que normalmente não duram mais de 5 minutos, que recarregam a minha energia e me botam pra produzir de novo. Tive a idéia de escrever este texto exatamente ao acordar de uma cochilada no meio da aula. Tem meia hora que estou dentro de sala de aula e Morpheu já veio cobrar seu preço pela maratona de desenhos antigos até altas horas da madrugada.
Está ficando cada vez mais difícil agüentar este pique louco que a sociedade mais cedo ou mais tarde nos obriga a ter. Qualquer dia eu vou grudar bananas não as de dinamite, as normais de comer mesmo explosivas ( Quê? Você acha que bananas de comer não podem ser explosivas? Come um cacho inteiro que você vai ficar sem cagar uma semana, e depois me conta se são ou não explosivas ) no corpo e vou adentrar o escritório da UEMG gritando aos plenos pulmões “Me aprova aí porraaaaaaa. Já estudei muuuuuuuuuito nessa merda!”
É foda ter paciência pra aturar clientes chatos no telefone o dia inteiro, e ainda ter que ir pro cursinho de noite para aprender um monte de porquês, por quês e por ques que você vai esquecer assim que ver seu nome na lista de aprovados do vestibular.
Acabei de descobrir que o tempo que o professor leva para escrever no quadro é um ótimo momento para escrever textos para o blog. Eu não coloquei nada de diversão no meu notebook, exatamente por que ( O Word acabou de me dizer que eu estava usando um porquê errado. Tenho que estudar mais essa merda. ) isso é uma grande distração. Ter um emulador de atari que seja no PC é uma ótima desculpa pra esquecer só um pouquinho por uma hora o que o professor está falando lá na frente, ir para o maravilhoso mundo dos bits e desligar um pouquinho um poucão da realidade.
O bom de fazer cursinho à noite é que todo mundo acabou de sair do trabalho, então aquelas piadinhas idiotas ficam escondidas sob o cansaço. O professor pode falar tranquilamente “Este é o Movimento Retilíneo Uniformemente RETARDADO” e ninguém vai fazer “Dããããããããããrrrrrrrrr” pro mestre. Aqui só tem adulto, e atrevo-me a dizer que no auge dos meus 20 anos sou o cara mais novo daqui. Ah, inclusive sou o único que tem notebook, e infelizmente isso atrái olhares curiosos. “Será que ele é um Nerd?” “Será que ele é virgem?” “Acho que a mulher mais real que ele já viu tinha 12 megapixels.” Ápa putakipariu cês tudo cambada. Vai arrumar serviço! Apesar de aparentar ser um “nerd vacaiado” como diz meu irmão, eu sou bem vivido. Já enchi a cara, já briguei ( MUITO! ), já usei drogas, já peguei duas mulheres ao mesmo tempo, já quase tomei bomba ( "Já robei, já matei, já cherei, já se droguei. Sô sujeito homi!" Vide CDD ) e fiz várias outras coisas que pessoas ditas “normais” também fazem. Eu tenho cara de bobo, mas de bobo é só a cara mesmo.
Bom. Vou voltar a estudar, por que ( Olha o Word de novo me ensinando qual porquê usar ) ano que vem não quero ter que passar por isso de novo. E fica meu conselho criançada: NÃO CRESÇAM NUNCA! BURROS! Vão aproveitar a vida, seja nas barbies e carrinhos de lata, ou seja no Ragnarök e World of Warcraft. Mas fikdik, não cresçam nunca. Virar adulto é uma merda. E não fica achando que ganhar a maioridade quer dizer poder dirigir, porquê pra dirigir você precisa de uma carteira de motorista e de um carro, e nenhuma das duas coisas são fáceis de se conseguir.
http://www.abutreecostela.blogspot.com/

Anônimo disse...

Linkando falta de coerência do texto divulgado "Malditos vestibulares de 08/09/2009" em relação ao postado em 09/07/2008, na apresentação pessoal aos leitores do blog.

OOPS!

http://abutreecostela.blogspot.com/2009/09/malditos-vestibulares.html

Anônimo disse...

Para quem não sabe, moro em um bairro considerado periferia de Curitiba. Fica a 11 quilômetros do Centro e 17 de onde trabalho. Como não tenho carro, vou de ônibus. O que resulta em mais de uma hora dentro dos coletivos lotados. Nesse caso, ler é um ótimo passatempo.

Readquiri o hábito de ler no ônibus. Mas estava em uma época complicada, fui acometido de uma síndrome que apelidei de Síndrome do meio da história. Comecei vários livros: Os Segredos dos Roteiros da Disney de Jason Surrel, Peixe Grande de Daniel Wallace, um livro de contos de Fitzgerald, O Retrato de Dorian Gray e até mesmo o segundo livro da saga de Harry Potter. Todos, parei da metade para trás. Não dava seqüência, não me prendia nas histórias.

Eis que O Clube do Filme, de David Glimour, mudou essa situação. Concentrando no livro, quase perdi o ponto para descer, várias e várias vezes. Torcia para que o ônibus demorasse, ficasse preso em semáforos fechados e congestionamentos só para não perder o pique, ler mais e mais páginas. O livro, autobiográfico, conta a história da Gilmour, um crítico de cinema cinquentão, e seu filho Jesse, um adolescente de 15 anos.

Jesse vai mal nos estudos e acha que ir para a aula é um verdadeiro martírio. Seu pai vê essa situação e não se conforma com o “sofrimento” do filho. Então, faz a ele uma proposta indecorosa: não precisar mais ir a escola, desde que assista 3 filmes por semana com o ele. O menino não hesita, aceita na hora. Ou seja, Glimour propôs para seu filho receber educação exclusivamente pelos filmes. Simples assim.

E se Gilmour e Jesse tiverem razão? Será mesmo que nosso modelo de ensino é tão bom assim? Será que a escola ensina como pensar ou impõem coisas em que você tem que pensar?

http://www.salvearainha.com/muito_alem_da_sala_de_aula

Anônimo disse...

Até hoje, me pergunto porque aprendi a calcular um determinante, porque tive que saber que os metais alcalinos terrosos são lítio (Li), sódio (Na), potássio (K), rubídio (Rb), césio (Cs) e frâncio (Fr) e ficam no período 1A da tabela periódica de elementos e que, para lembrar-se deles, basta seguir o macete “Li Na Kapricho, Rubinho Casou-se na França”.

Não, não tive nenhuma dificuldade com tudo isso, pelo contrário, sempre fiz o tipo de aluno exemplar, que ouve tudo que o professor fala, entende e destrói na hora da prova. Mas pra que provas? Eu tenho que provar que aprendi? Por quê?

Será que é necessário um professor, que trata centenas de alunos de maneira roboticamente igual, chamando-os por número para ticar sua presença e avaliando se eles, de fato, compreenderam as coisas que têm que saber?

E se assistimos a Lista de Shindler, O Pianista e O Resgate de Soldado Ryan, não daríamos muito mais vida a aula de história que conta como o mundo entrou em guerra pela segunda vez? National Geographics e Discovery Channel não dão de 10 em algumas aulas de biologia? Jogar Banco Imobiliário não e uma ótima forma de estimular o raciocínio matemático?

Muito do que aprendemos não está nas apostilas, na decoreba, nos macetes que os tocadores de violão, digo, professores de cursinho falam. Está na vivência, convivência e na bagagem cultural adquirida. Nos livros lidos, filmes vistos, músicas, revistas, cenas, noticiários e até blogs lidos. A figura do professor, às vezes, não é fundamental.

Claro que ela também não dispensável. Não estou dizendo para que todos nós deixemos os estudos de lado e fiquemos por ai, fazendo o que dá na telha. O que afirmo é que, há muito tempo, o ensino é uma coisa imposta. O professor vomita um conteúdo que, às vezes, nem ele entende, de uma maneira nada didática, sem envolver o aluno, explicar para que aquilo serve, de onde veio e para o que será útil no futuro. E isso, é desde o ensino básico até os cursos superiores.

Talvez, o aprendizado tenha que ser como no Clube do Filme, sem nenhum tipo de regra, norma ou rigidez. Oriunda de uma fonte de entretenimento, mas ainda sim com muito conteúdo. Que não haja provas e nem chamada. Que a presença não se seja obrigatória, mas sim voluntária. E, principalmente, que o diploma que se ganhe de o título de “ser pensante” antes de qualquer outro cargo.

Para quem ficou curioso sobre o livro, clique aqui e confira onde encontra O Clube do Filme.

http://www.salvearainha.com/muito_alem_da_sala_de_aula/

Anônimo disse...

verti lagrimas ao ver esse post e ver como o a e c eram pena q acabo...