9 de abr de 2009

Atendente nervosinha

Postado por Costela

Dizus Craist! Acho que o marido dela deve estar dormindo de calça dins.



A vivo agradece e vai tomar no cu!

6 comentários:

Anônimo disse...

Polêmica no ar...
BC diz que Daniel Dantas não é banqueiro e Dório Ferman afirma que ele é apenas um cliente do Opportunity!

Publicada em 18/07/2008 às 12h27m
Globo Online

RIO - Daniel Dantas é apenas um cliente do Banco Opportunity, afirma seu sócio majoritário Dório Ferman à colunista Míriam Leitão. Na quinta-feira de tarde, a colunista publicou em seu site a informação dada pelo BC de que Daniel Dantas não é banqueiro , é apenas o dono da marca "Opportunity" e recebe "aluguel" pelo uso da marca do controlador da instituição financeira. Dório Ferman, sócio majoritário, que tem mais de 90% do capital, confirmou a informação no início da noite. Dório afirmou não ser um testa de ferro e, sim, o verdadeiro dono do banco . Segundo ele, Daniel Dantas "não é dono do banco, não é sócio do banco, não é dirigente do banco, é apenas um cliente do banco".

O cliente Daniel Dantas está sendo investigado pela Operação Satiagraha , da Polícia Federal, que o acusa de evasão de divisas, através do Opportunity Fund - um fundo que não poderia ter aplicações de brasileiros - , sonegação fiscal e tentativa de corrupção de policiais.

Além disso, Daniel Dantas tem participado ativamente das negociações de venda da Brasil Telecom (BrT) para a Oi. O banco Opportunity era acionista da BrT.

Ao sair, pela primeira vez da prisão em São Paulo, em 12 de julho, depois de ser preso pela PF, Daniel Dantas afirmou que voltaria ao trabalho na sede do Opportunity no Rio.

Desde 1994, quando deixou a direção do Icatu, ele dá expediente no Opportunity, banco que teria ajudado a fundar com Dório Ferman. Segundo funcionários, ele impõe uma rotina dura, entra às 8h30m e não têm hora para sair.

Desde então, em todas as vezes que o Opportunity esteve envolvido em alguma polêmica, Daniel Dantas era seu representante. Na CPI do grampo, ele depôs como dono da instituição, no caso Kroll, era ele o processado.

Anônimo disse...

Olha só o que Agência Carta Maior publicou
PRIVATIZAÇÕES
Absolvido ex-ministro acusado de fraude no leilão da Telebrás
Justiça Federal absolve o ex-ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, da acusação de favorecimento durante privatização do Sistema Telebrás. Também foram absolvidos o ex-presidente da Anatel, Renato Guerreiro, e dois ex-presidentes do BNDES, André Lara Resende e José Pio Borges.
Maurício Thuswohl
RIO DE JANEIRO - Um dos capítulos mais obscuros do festival de privatizações promovido durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) volta às manchetes. Em decisão anunciada na semana passada, o juiz Moacir Ferreira Ramos, da 17ª Vara Federal de Brasília, absolveu o ex-ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, e outros três integrantes do governo FHC da acusação de condução ilegal do processo de privatização do Sistema Telebrás, que deu origem a empresas como a Oi/Telemar e a Brasil Telecom, entre outras.
A absolvição acontece dez anos após o início do processo que, além de Mendonça de Barros, tem como réus um ex-presidente da Anatel, Renato Guerreiro, e dois ex-presidentes do BNDES, André Lara Resende e José Pio Borges. Autor da ação contra os quatro, o Ministério Público Federal já anunciou que irá recorrer da decisão de Ferreira Ramos em instância superior. O caso, a partir de agora, tem como novo procurador Wellington Divino Marques, que está em fase de leitura do processo. Uma segunda ação contra o quarteto, em curso na Justiça Federal do Rio de Janeiro, ainda não foi julgada.
O Ministério Público, que deu início à ação em 1998 após atender a uma solicitação do PT, acusa Mendonça de Barros de tentar manipular o processo de privatização de uma das maiores fatias do Sistema Telebrás, a Tele Norte Leste, de forma a privilegiar o consórcio liderado pelo Banco Opportunity, de Daniel Dantas. Em julho daquele ano, Mendonção, como era conhecido no governo, teria encorajado os fundos de pensão Previ (do Banco do Brasil) e Funcef (da Caixa Econômica Federal) a investir no consórcio liderado por Dantas e, dessa forma, facilitar a aquisição da Tele Norte Leste, que incluía a Telerj e outras 15 operadoras de telefonia.
As acusações do MP contra o então ministro das Comunicações se basearam na interceptação, através de escutas telefônicas, de diversas conversas suas com assessores, dirigentes dos fundos de pensão, dirigentes de seguradoras ligadas ao BB e integrantes do governo. Numa dessas conversas, que se tornou célebre após ter sido divulgada pela imprensa, Mendonça de Barros se refere como “telegangue” ao consórcio Telemar, que acabou vencendo a disputa com o Opportunity pela Tele Norte Leste.
No mesmo processo, André Lara Resende e José Pio Borges são acusados de usar dinheiro do BNDES para ajudar o consórcio Telemar a adquirir a mesma Tele Norte Leste. A ajuda teria se dado na forma de um empréstimo ilegal de R$ 687 milhões feito após o leilão a três das empresas que integravam o consórcio: Andrade Gutierrez, Macal Investimento e Participações e Inepar Indústria e Construções. Segundo o MP, o empréstimo teria sido feito pelo BNDES a juros fraudulentos, muito abaixo dos praticados na época pelo mercado. Renato Guerreiro também foi incluído no processo porque a Anatel, responsável pela regulação do setor de telefonia, foi apontada como co-autora das supostas fraudes.
Tudo como dantes
No fim das contas, ambos os lados levaram o seu quinhão no leilão de privatização do Sistema Telebrás. A Tele Norte Leste acabou mesmo arrematada pelo consórcio Telemar, liderado pelo empresário Carlos Jereissati, irmão do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), por R$ 3,4 bilhões. A empresa hoje se chama Oi/Telemar. Outra fatia da Telebrás, a Tele Centro Sul, foi arrematada pelo consórcio liderado pelo Opportunity por R$ 2 bilhões, e passou a se chamar Brasil Telecom.
Apesar das denúncias de irregularidades e das evidências colhidas durante a investigação sobre a “mãozinha” dada pelo governo e algumas de suas instituições aos vencedores do leilão, a privatização do Sistema Telebrás foi concluída e as empresas privadas surgidas desse processo auferiram nos últimos dez anos enormes lucros aos seus donos. Agora, a decisão da 17ª Vara Federal em favor de Mendonça de Barros, Lara Resende, Pio Borges e Guerreiro sugere que essa pode se tornar em breve uma página definitivamente virada.
Mesmo porque, suprema ironia, as duas empresas devem se tornar uma só. A Oi/Telemar tenta, mais uma vez com a ajuda do BNDES, comprar a Brasil Telecom. Do valor estimado para a compra - algo em torno de R$ 6 bilhões - o BNDES deve entrar com cerca de 40%. Após a conclusão do negócio, o banco, ao lado dos fundos de pensão das estatais, deve controlar a metade do capital da nova empresa. Após dez anos, a telefonia volta em parte ao controle estatal, mas não sem antes deixar milionários alguns agentes privados ao longo desse percurso.

http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/03/18/os-hds-de-dantas-2/

Anônimo disse...

Telefonia [janeiro/2009]

O dinheiro bloqueado no exterior do banco Opportunity veio da venda da Brasil Telecom. O banco ainda não foi comunicado oficialmente do bloqueio. Em nota, o banco afirmou que “é descabido o alardeado bloqueio de recursos decorrentes da venda das participações societárias detidas pelo Opportunity nas empresas de telecomunicações”.

Na quinta-feira (22/1), o Ministério da Justiça divulgou ter conseguido o bloqueio de mais de US$ 2 bilhões (R$ 4,5 bilhões) em contas bancárias mantidas no exterior relacionadas à Operação Satiagraha. Desse valor, cerca de US$ 500 milhões estão nos Estados Unidos. Segundo o secretário nacional de Segurança, Romeu Tuma Junior, que fez o anúncio, este é o maior bloqueio de recursos no exterior já feito pelo país.

No dia 9 de janeiro, a Oi assumiu o controle a Brasil Telecom. Para assumir o controle, a Oi pagou cerca de R$ 5,3 bilhões, além de assumir a dívida de aproximadamente R$ 1 bilhão da detentora anterior das ações de controle da Brasil Telecom, Invitel. O Opportunity, que era acionista da BrT, teria recebido R$ 2 bilhões por sua participação na empresa.

Segundo o banco, seus negócios no exterior são regulares. “O Opportunity Fund opera há mais de 15 anos cumprindo regulamentação das Ilhas Cayman, onde está registrado. Cayman é um dos maiores e mais bem regulamentados países na prestação de serviços financeiros para fundos. São 9.231 fundos registrados em Cayman — domicílio também dos mais prestigiados fundos geridos por empresas brasileiras”, afirma o banco em nota.

Ainda segundo a nota, a venda das ações foi feita de acordo com a legislação. “O Opportunity não obteve qualquer vantagem. Vendeu suas ações por preços inferiores aos que havia oferecido na compra das participações dos demais acionistas da companhia, e por valor abaixo ao que havia negociado com a Telecom Italia.” O banco afirma que não recebeu créditos de bancos oficiais na negociação. “Não tratou com os órgãos reguladores sobre sua aprovação”, reforça.

Na sexta, a Ministério Público Federal em São Paulo confirmou que o dinheiro das contas bloqueadas no exterior é do banco Opportunity. O MPF confirmou o bloqueio de apenas US$ 46 milhões na Inglaterra e cerca de US$ 450 milhões nos Estados Unidos. Além disso, também foram bloqueados R$ 545,7 milhões no Brasil.

Do total bloqueado no Brasil,
R$ 535,7 milhões estavam na administradora de fundos BNY Mellon Serviços Financeiros e outros R$ 10 milhões foram transferidos do Opportunity para uma conta de uma irmã do presidente do banco, Dorio Ferman.

Anônimo disse...

E a história recente da internet brasileira esta aí para mostrar, no Google e nos arquivos guardados em PDF. São milhões de reais em investimentos – boa parte a fundo perdido, é bom frisar – em empresas novatas, incubadas ou estreantes no setor de tecnologia pelos últimos dez anos.

Aqui, um parênteses. São em horas assim que a gente vê como as boas reportagens de tecnologia são exceções e fazem falta. A mídia dita especializada prefere a reportagem McDonald’s: limpa, rápida, barata e fácil de digerir. E não mata a fome. Fecha o parênteses.

Parte das agraciadas (em tecnologia) com os milhões do Opportunity naufragou. Outra parte se deu muito bem na mídia, mesmo com a conta fechando no vermelho todo ano e até os dias de hoje. Uma pequena parcela, transformou-se em referência, ícone, status.

Quem haverá de discordar delas? Em comum, há apenas um fato inegável: quem entra em uma operação cujo envolvimento é na ordem de milhões, não é amador e nem ingênuo.

O Opportunity está na berlinda nebulosa desde sempre e nunca foi segredo. Para ser mais preciso, desde o início, com a privatização da Telebrás em 1998.

Aquela velha história: se você está com fome e lhe oferecem um pedaço de pão, haverá você de negar diante de suspeitas claras de que a refeição será paga com dinheiro sujo? A resposta é discutível, social e filosoficamente, a depender de uma série de variáveis.

O que não se discute, contudo, é comer o pão e depois proliferar a idéia de que o bom samaritano (visionário, vanguardista, empreendedor, brilhante) possui “uma conduta ilibada, norteada pela ética” e que “até agora a Justiça sempre o inocentou”. São apenas duas expressões bastante empregadas na política brasileira.

Vai ter dono de empresa, conselheiro, acionista, até mesmo estagiário, a dizer que nunca imaginou como os tentáculos do Opportunity fossem tão extensos. Os registros factuais, contudo, mostram outra imaginação. As fotos de abraços calorosos, de apertos de mão entusiasmados, estão lá. Os discursos, idem. Já o livro-caixa…

De bolso vazio, qualquer pãozinho é um croissant. E de bolso cheio, todos somos inocentes até prova em contrário.

http://www.rebelo.org/archives/2008/daniel-dantas-opportunity-e-os-investimentos-em-internet/

Anônimo disse...

[10/04/2009]

Sem alarde, a PF deflagrou a Operação Mainframe. Encontram-se sob investigação quatro grandes empresas do setor de informática.

Atuam em Brasília. Prestam serviços ao governo. São negócios bilionários. Só os ministérios e as agências reguladoras gastaram R$ 1,7 bilhão em 2007.

Deve-se aos repórteres Rodrigo Rangel e Murilo Ramos a revelação do caso. Informam que se apura a formação de cartel e o pagamento de propinas.

Agentes da PF e funcionários da SDE (Secretaria de Direito Econômico) executaram operações de busca e apreensão nos escritórios das empresas.

Anônimo disse...

Autoria da reportagem: "Dinheiro bloqueado veio da venda da Brasil Telecom" (Daniel Roncaglia)

Daniel Roncaglia é repórter da revista Consultor Jurídico.

http://www.conjur.com.br/2009-jan-23/dinheiro-bloqueado-opportunity-veio-venda-brasil-telecom