30 de abr de 2009

Maldita inclusão digital

Postado por Costela

PC do milhão, PC da xuxa, Positivo Celeron, internet discada de orelhão. Qual destes foi mais culpado?

7 comentários:

Contraponto essencial disse...

Durante uns 250 anos foi costume encaminhar ao “Circo Máximo” os capturados nas reuniões secretas realizadas nas catacumbas de Roma, onde Cristãos celebravam Missas clandestinas, mesmo sabendo que a punição era a morte na arena do Coliseu. E arriscavam serem devorados pelas Bestas-Feras para diversão geral. Alguns cantavam hinos de louvor, outros corriam de pavor. A única “certeza”: a chegada ao paraíso!
O martírio era prática comum naqueles dias. Nas residências romanas muitos empregados (escravos) eram cristãos por alternativa à opressão. Imagine a “Via Apia” estrada de acesso a Roma, com os acostamentos laterais repletos de crucificados por convicção religiosa e/ou considerados subversivos. Somente a fé em Cristo dava força para resistirem e não temerem a morte. Se tudo foi um somente em vão? Ainda vamos saber ao deixar este mundo. Lembra que o Reino prometido do Pai não era deste mundo? Que cada qual decida sobre sua alma e o caminho a seguir. O Pai não vai deixar de ser Pai (Altíssimo) se você não acreditar Nele.

Tu já imaginaste uma leoa correndo pelo “Estádio” com uma criança capturada pelo pescoço ou com as vísceras despedaçadas? Isto ocorria na presença dos pais que não tinham armas para se defender! Exceto a fé...Nele. Enquanto a multidão ria, ria e se divertia a não poder mais. Como eram ridículos estes Cristãos, não?

E veja que este “movimento” revolucionário foi importado de terras distantes, que ainda não eram conhecidas como “Terra Santa” e sim por Territórios Ocupados do Oriente Médio. Jesus ficou conhecido pela determinação de seus mártires em Roma.

Esse período da história é chamado de “cristianismo primitivo.” Olha que sem armas esse grupo conquistou a aceitação e o respeito da nação mais poderosa da antiguidade, convertendo os reis e os “poderosos” em novos seguidores. Hoje chutar o balde é fácil, não foi sempre assim!

Contraponto disse...

Se tudo foi somente um sonho?

Se tudo foi em vão? Ainda vamos saber ao deixar este mundo. Lembra que o Reino prometido do Pai não era deste mundo? Que cada qual decida sobre sua alma e o caminho a seguir. O Pai não vai deixar de ser Pai (Altíssimo) se você não acreditar Nele.

Contraponto essencial disse...

Contraponto essencial quis dizer...

Durante uns 250 anos foi costume encaminhar ao “Circo Máximo” os capturados nas reuniões secretas realizadas nas catacumbas de Roma, onde Cristãos celebravam Missas clandestinas, mesmo sabendo que a punição era a morte na arena do Coliseu. E arriscavam serem devorados pelas Bestas-Feras para diversão geral. Alguns cantavam hinos de louvor, outros corriam de pavor. A única “certeza”: a chegada ao paraíso!
O martírio era prática comum naqueles dias. Nas residências romanas muitos empregados (escravos) eram cristãos por alternativa à opressão. Imagine a “Via Apia” estrada de acesso a Roma, com os acostamentos laterais repletos de crucificados por convicção religiosa e/ou considerados subversivos. Somente a fé em Cristo dava força para resistirem e não temerem a morte.

Se tudo foi somente um sonho?

Se tudo foi em vão? Ainda vamos saber ao deixar este mundo. Lembra que o Reino prometido do Pai não era deste mundo? Que cada qual decida sobre sua alma e o caminho a seguir. O Pai não vai deixar de ser Pai (Altíssimo) se você não acreditar Nele.

Tu já imaginaste uma leoa correndo pelo “Estádio” com uma criança capturada pelo pescoço ou com as vísceras despedaçadas? Isto ocorria na presença dos pais que não tinham armas para se defender! Exceto a fé...Nele. Enquanto a multidão ria, ria e se divertia a não poder mais. Como eram ridículos estes Cristãos, não?

E veja que este “movimento” revolucionário foi importado de terras distantes, que ainda não eram conhecidas como “Terra Santa” e sim por Territórios Ocupados do Oriente Médio. Jesus ficou conhecido pela determinação de seus mártires em Roma.

Esse período da história é chamado de “cristianismo primitivo.” Olha que sem armas esse grupo conquistou a aceitação e o respeito da nação mais poderosa da antiguidade, convertendo os reis e os “poderosos” em novos seguidores. Hoje chutar o balde é fácil, não foi sempre assim!

Anônimo disse...

50 dias, de aparições inexplicáveis! Um “fantasma iluminado” que tranqüilizava os perseguidos, mas não livrava seus seguidores da morte física. Qual a explicação?

Os 40 anos iniciais após a crucificação marcaram os próximos 2000 anos. (Lenda Urbana?)
Aonde Ele foi? Está ainda em nosso meio? Que poder é esse? Ainda vai voltar? Como é essa vida eterna? Quanto tempo é necessário para visitar as "moradas celestes" e voltar à Terra? Figura Simbólica?
Por que entre todos os flagelados por Roma, somente Este Um é relembrado? E nunca será esquecido!

Franciscanos Brasil. disse...

Sobre nós Cristãos, é bom saber que...

O fundador do cristianismo, Jesus de Nazaré, começou a pregar que "o Reino de Deus estava próximo", mensagem que muitos judeus esperavam. Multidões o seguiram, porém as autoridades judaicas suspeitaram dele e seus seguidores diminuíram. Depois de pregar seus ensinamentos por três anos, foi detido, julgado e crucificado pela autoridade romana. Apesar disso, a fé cristã começou a se propagar, embora inicialmente se limitasse a um contexto essencialmente judaico.

Pregando um ideal religioso universalista, Jesus ainda criticava a adoração aos imperadores romanos. Mantendo o traço monoteísta da religião judaica ele passou uma mensagem de salvação oferecida a todo o mundo.

Além de reformular conceitos, ele apoiou o amor ao próximo, a igualdade entre os homens e o desapego material.

No entanto, sua promessa de salvação ganhou grande simpatia das classes marginalizadas do Império Romano. Plebeus, escravos e colonos viam na mensagem de Jesus um instrumento de redenção contra a opulência e a exploração do mundo romano. Seguindo seus ensinamentos, vários homens daquela época tornaram-se discípulos incumbidos de pregar a mensagem do messiânico profeta judeu. Sua mensagem e seu martírio, ao longo do século I, arrebanhavam vários fiéis que agora se reuniam nas primeiras comunidades cristãs.

Opondo-se ao escravismo e insubordinando-se aos costumes e tradições romanas, os cristãos começaram ser oficialmente perseguidos pelo Império Romano. Presos, torturados e mortos, os cristãos significavam uma ameaça no momento em que cresciam à custa das classes subalternas da sociedade romana. Mesmo sofrendo intensa perseguição, via na mesma uma prova do favor de Deus à sua prática religiosa. Em outros termos, o cristão que morresse pela sua fé obtinha a garantia de uma existência futura abençoada.

Na medida em que as perseguições se intensificavam, o número de convertidos crescia vertiginosamente.

A determinação dos pregadores cristãos era vista como prova máxima das verdades cristãs. Com isso, a população romana, que começava sentir os efeitos da crise do Império, buscava consolo nas doutrinas cristãs. Com o passar do tempo, as próprias autoridades perceberam que não poderiam mais ignorar a expansão do cristianismo ao longo do Império. Em 313, o imperador Constantino liberou o culto cristão.

A partir daí, o cristianismo tornou-se a principal religião romana. Com o aumento do número de fiéis, formou-se uma extensa hierarquia responsável pelo cuidado dos cristãos. Os primeiros diáconos e padres surgiram no seio da Igreja. Já no século II, formaram-se escolas responsáveis pela formação dos clérigos.

Os primeiros cristãos possuíam memórias sobre a vida, a mensagem e principalmente sobre a morte de Jesus. Não importa como eram tais memórias: quando procuramos identificar no Novo Testamento as tradições e memórias sobre Jesus, sempre nos deparamos com o fato das mesmas estarem inexoravelmente vinculadas as Escrituras judaicas. O fato da tradição de Jesus ter sido vinculada a passagens das Escrituras trouxe novas revelações para aqueles cristãos.

As antigas perseguições aos cristãos fizeram muitos mártires. Esse termo vem do grego martir, significando "testemunha". E o seu culto originou-se no séc. II. Os martirizados eram heróis da causa cristã e sua veneração tornou-se significativa: eles poderiam interceder junto a Deus. Os cristãos passaram a invocá-los, reunindo-se em torno de seus túmulos, que se transformaram em centros de religiosidade cristã. Especialmente em Roma, as comunidades mais ricas adquiriam terrenos onde sepultavam seus mortos. Para abrigar os túmulos de possíveis profanações, construíram as criptas no subsolo e, sobre elas, edifícios de culto. Esses cemitérios cristãos - particularmente os mais resguardados - passaram a chamar-se "catacumbas" (originariamente o nome de um campo próximo ao cemitério de São Sebastião, em Roma).

Com o desenvolvimento do culto aos mártires, a vida cultual nas catacumbas assumiu grande importância. E, quando os cemitérios passaram à jurisdição da Igreja, tornando-se propriedades oficialmente cristãs, a vida cultual nas catacumbas teve ainda maior impulso.

Caracterizados dessa forma, os cemitérios foram muito visados quando o poder romano pretendeu impedir as reuniões cristãs. Alguns imperadores interditaram suas entradas e confiscaram os edifícios. Apesar das proibições, nos períodos de crise mais aguda, os cristãos reuniram-se no subsolo. Para se protegerem, cavaram estreitos corredores, cobriram outros já existentes e construíram escadarias. Dificultavam assim o acesso dos soldados.

Já em, em 1Co 15:1-8, Paulo já proclamava a morte de Jesus de uma forma especial: "Cristo morreu por nossos pecados; foi sepultado; e foi ressuscitado ao terceiro dia."

A morte de Jesus passou a ter um significado cósmico e sua ressurreição a esperança do cristão.

Por isso, pode-se dizer que o cristianismo primitivo se caracterizou como uma religião da revelação – revelação essa que poderia ser oriunda tanto das Escrituras quanto das reuniões dos primeiros cristãos. De fato, é possível que os primeiros membros do cristianismo primitivo estivessem envolvidos com rituais de transe extáticos, assim como os pentecostais da nossa época atual.

Provavelmente, a experiência pessoal de Paulo da visão sobrenatural que ele teve - e que, segundo ele mesmo diz, lhe deu todo o subsidio para se tornar um líder da comunidade cristã e levá-la a "novos horizontes" - não foi uma experiência isolada que se remontava somente a ele.

É muito provável que grande parte das doutrinas centrais do cristianismo tenham sido concebidas mediante essas "revelações" e que mais tarde os evangelhos tenham postos as mesmas na boca de Jesus. Agora, determinar o que tenham sido essas revelações é tarefa complicada.

É fato que a narrativa da paixão relatada nos evangelistas é uma releitura moldada no Antigo Testamento. Eles contam a história da morte de Jesus de modo que ela confirme as profecias sobre o Messias - que seria enviado por Deus para morrer e salvar os homens de seus pecados.

Marcos, que compartilhava do ideal paulino de morte redentora de Jesus, procurou nas Escrituras judaicas os detalhes ocultos da morte de Jesus.

A ênfase de Paulo de que Cristo morreu pelos pecados, foi sepultado e foi ressuscitado ao terceiro dia, segundo as Escrituras, reflete o mesmo pensamento de Marcos: que a vida de Jesus era um livro aberto nas Escrituras judaicas.

Foi isso que deu toda a motivação e autorização para Marcos (ou a fonte dele) criar os relatos da Paixão de Jesus a partir de citações avulsas nas Escrituras judaicas. Desse modo, vemos a dialética "Escritura versus revelação" se fundindo uma na outra, fazendo com que a Escritura se torne o principal veiculo de revelação da igreja.

Ainda que os detalhes da Paixão de Jesus como narrativa, só tenham surgido na época de Marcos, é bem provável que antes mesmo de Paulo os cristãos já julgava receber detalhes da morte redentora de Jesus mediante a leitura (reveladora) das Escrituras.

Até os dias atuais os cristãos estão familiarizados com o termo "revelação bíblica", que carrega a idéia de que as Escrituras "revelam" possui o mesmo poder de revelação que uma visão sobrenatural.

O ser humano não é seu corpo físico. Esse corpo é apenas sua roupagem de carne, o instrumento de experimentação no mundo físico usado pelo verdadeiro homem, a alma. Essa roupagem física é usada pela alma até que venha a ser descartada, como faz o homem com suas roupas estragadas ou velhas e sem utilidade. O homem, à semelhança das plantas sazonais, nasce, cresce e, ao fim da estação, morre, para renascer no ciclo seguinte da semente que deixou para trás. Esse é o sentido do carma, a vida continua e nada é jamais perdido na vida do ser humano.

Muitos anos se passaram após a ressurreição do Cristo Jesus, e seus apóstolos se espalharam por todo o Oriente e também pelo Ocidente europeu. Levavam a mensagem de redenção aos povos pagãos da Grécia, Ásia, Egito, Índia, etc...

Paulo e Pedro foram pregar na Grécia e em Roma; André foi chegou à Escócia; Tomé se dirigiu à Índia; Marcos ao Egito; Madalena chegou à França; Maria e José foram à Síria e Turquia; Santiago ficou em Jerusalém, etc...

Cada apóstolo viveu seu drama particular nas regiões a que foi determinado espalhando sua "boa nova" (Evangelho). Foram perseguidos, humilhados, incompreendidos, presos, torturados e, na maioria dos casos, assassinados. Mas suas mensagens foram bem acolhidas por aqueles poucos fiéis, sedentos de sabedoria divina, e, assim, com o passar dos séculos, o Cristianismo foi ganhando força e popularidade.

A partir da fé na ressurreição de Jesus, o grupo disperso dos discípulos se recompõe e, na espera de sua volta iminente, torna-se a Igreja. Os seus lábios se abrem e proclamam, no Espírito do Senhor ressuscitado, "as grandezas de Deus" (Atos 2, 11).
O seu testemunho suscita novos crentes, mas renova também a oposição e as perseguições. Tem início a história da Igreja, da sua missão e expansão para além dos confins da Palestina, em todo o mundo. Uma história rica de conflitos e de tensões, na qual o mundo se defronta com o Evangelho, mas também a Igreja se encontra com o mundo, obrigada a apresentar a mensagem de Jesus Cristo em formas e em línguas sempre novas. História de ações e reações, de fidelidade e infidelidade, de intuições e erros, de vitórias e fracassos entre os povos e no coração dos homens. Tudo isso é ainda, aos olhos da fé, a história de Jesus Cristo e do seu poder, mas também a história da sua paixão e morte que não termina jamais.

Thiago disse...

pqp veio spam em blog nunca tinha visto

Abutre e Costela disse...

Queeeeeeee isso cara! Não acredito nesses caras ( ou nesse cara ) daí de cima. Unbilivubru.